Schreder TrafficAnalysis PT

L2 é também um local com elevado volume de tráfego, mas é adjacente a uma zona residencial. Por estas razões, a tendência na hora de ponta (Figura 3) é semelhante à observada em L1 (a tendência é invertida entre a manhã e a tarde). No entanto, como o B2.2 já se encontra numa zona residencial, apresenta muito menos tráfego do que os outros dois e a inversão não é evidente neste caso, sugerindo que são sobretudo os residentes que utilizam esta via. Curiosamente, existe uma diferença muito grande entre as contagens para norte na B2.3 e na B2.1 (587 -> 316 de manhã e 998 -> 281 à tarde), o que indica que a maioria dos carros está a virar para oeste neste cruzamento. O mesmo se aplica às contagens para sul, que são muito mais elevadas na B2.3 do que na B2.1, sugerindo que alguns destes carros podem estar a vir de oeste.

A zona residencial (L3) também apresenta a mesma inversão na hora de ponta para a maioria das barreiras (Figura 4). No entanto, este efeito não é tão evidente como nos dois primeiros locais, provavelmente pelas mesmas razões mencionadas acima (tipos de interseção heterogéneos e ângulos de câmara). Nestas zonas, especialmente durante as horas de ponta, as pessoas tendem a tentar percursos diferentes (e inesperados) para evitar o congestionamento, muito provavelmente utilizando opções diferentes de manhã e à tarde. Apesar da maior complexidade deste local, existem algumas observações que são consistentes com o comportamento esperado, tais como B3.3 de manhã mostra muito mais tráfego a ir para sul (longe da área residencial), e B3.5 à tarde mostra muito mais tráfego a ir paranorte (a regressar do trabalho).

Figura 4. Comparação entre o tráfego da manhã e da tarde durante as horas de ponta no local L3. Os nomes das barreiras e a contagem mediana do tráfego por hora em cada sentido estão representados nas imagens..

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